segunda-feira, 29 de abril de 2013

Capitulo 49 - Our Love


(N/A: Esse pov. vai ser o da Heloisa, e o próximo da Any, elas precisam aparecer nesse ponto da fic).
Cap. 49 (pov. Helo)
Eu e Any deixamos o hospital quando Jay chegou, a conversa sobra à suposta gravidez da May, foi encerrada e agora vamos esperar. Eu confesso que fui muito insensível com ela, mas May tem que entender que eu me preocupo com ela e não quero que ela perca seu futuro por causa de uma criança. Meus pensamentos foram interrompidos quando chego perto de Nathan e de sua moto, no estacionamento.
_Como foi? May está bem? – ele perguntou me dando um abraço e entregando o capacete para mim.
_Ela está ótima, acho que amanhã ela sai do hospital. – falei e coloquei o capacete.
No caminho o único barulho que escutávamos era o barulho do vento, eu fiquei presa no pensamento de como diria a Nath que eu iria embora junto com May, e que não tinha nenhuma chance de meus pais me deixarem ficar em Londres.
_O que você tem? – Nathan me perguntou enquanto estacionava a moto na entrada de sua casa.
_Não tenho nada, vem vou te preparar um chá. – falei já me dirigindo pra entrada da casa, Nath resolveu deixar de lado a desconfiado e me seguiu até a cozinha.
_Você quer algo pra comer junto com o chá? – perguntei e ele assentiu sorrindo. _O que você quer pra acompanhar?
_Torradas. – ele falou com olhar pidão.
_Tudo bem, vou fazer suas torradas. – disse e fui aprontando tudo, enquanto ele comia as torradas e bebia seu chá, eu observava cada traço de seu rosto, seus movimentos, eu vou sentir falta dele comigo todos os dias, nós estamos ligados e é difícil dizer adeus para ele.
_Me diga logo o que você tem. – Nath parecia impaciente, mas sua expressão preocupada o entregou.
_Podemos falar sobre isso depois? – falei e me dirigi até a sala de TV, não queria falar sobre ter que ir embora.
_Podemos. – Nath se sentou ao meu lado. _Tenho uma surpresa pra você no quarto. – ele falou e sorriu malicioso.
_Agora? – ele assentiu. _Então vamos. – me levantei e estendi minha mão para ele, fomos para o quarto em silencio, na porta do quarto ele me vendou.
Não sabia o que estava a minha espera, mas eu não parava de sorrir feito boba, Nath passou atrás de mim e trancou a porta, com a ponta dos dedos ele tirou minha venda e assim me deparei com um quarto todo arrumado http://static.br.groupon-content.net/48/51/1307485995148.jpg meu sorriso se ampliou e uma lagrima rolou por meu rosto, Nathan me olhou com duvida.
_Você não gostou? – ele perguntou apreensivo.
_Eu amei baby. – falei e lhe dei um abraço.
_Então, por que esta chorando? – ele disse e se afastou de mim, limpando a lagrima com a costa de sua mão.
_Porque estou feliz. – disse e me joguei em seus braços lhe dando um beijo caloroso.
_Vamos com calma. – Nath sussurrou contra meus lábios. _Primeiro você vai trocar de roupa e eu vou ficar mais confortável. – ele falou e me entregou um baby doll http://www.openglam.com/124-403-thickbox/lingerie-pijama-babydoll-sexy-azul.jpg fui até o banheiro e lá me troquei, quando voltei para o quarto, meu baby estava sentado na cama só de cueca box azul, eu sorri quando vi que estávamos combinando.
_Você pensa em tudo. – falei e me sentei em seu colo, ele arfou um pouco, sorri maliciosa.
_Penso em te deixar nua agora. – ele sussurrou em meu ouvido, sua voz rouca me fez suspirar e arrepiar cada poro do meu corpo.
_Faça. – murmurei em sua orelha e mordi seu lóbulo.
_Como quiser. – Nath falou e com a ajuda de suas mãos eu estava livre do baby doll.
+18 Ele me fitou por alguns segundos, até que me beijou com ternura, movi minhas mãos lentamente até seu cabelo, minhas unhas faziam carinho em sua nuca, nosso beijo sempre em completa sintonia, eu sorria em meio ao beijo, não poderia estar mais feliz, Nathan me faz bem, é dele que eu preciso. Com o tempo nossa vontade por mais foi aumentando, Nath distribuía beijos por meus ombros, pescoço e seios, não se contentando comigo por cima, Nathan me deitou na cama e ficou por cima de mim, suas mãos ficavam presas a minha cintura, em um gesto de possessão, eu seria somente dele e ele seria somente meu. Quando ele roçou seu membro já ereto em minha intimidade soltei um gemido baixo e arranhei suas costas, mesmo ainda vestidos eu o queria muito e ele estava me torturando fazendo isso. Enrolei minhas pernas em volta de sua cintura e fiz com que ele se deitasse sobre mim. Não aguentando mais a nossa tortura, Nathan retirou sua cueca revelando seu membro e também me livrou da calcinha, se debruçando sobre mim ele me penetrou, devagar e firme, parecia uma tortura, eu queria que ele se movesse, e assim ele o fez, seus movimentos foram se intensificando até que nossos corpos estivessem banhados por suor, o som que escutávamos no quarto era de nossos gemidos e urros. Senti que meu clímax estava próximo e assim Nath estocou mais forte e fundo fazendo com que o orgasmo tomasse conta do meu corpo, ele também se entregou ao seu ápice e despejou seu liquido dentro de mim. -18
_Ainda bem que eu uso pílulas. – falei sem folego, meu baby permanecia dentro de mim, recuperando seu ar.
_Ainda bem. – ele sussurrou em meu ouvido. _Não vá embora. – parecia que ele estava implorando, Nathan saiu de mim e se deitou ao meu lado.
_Não me diga uma coisa dessas. – murmurei e o fitei.
_Por quê? É um pedido simples, eu só não quero que você vá embora. – ele me falou e se virou para me encarar.
_Porque eu não sei o que vai ser do futuro. – minha voz saiu triste e fraca. _Só não me peça algo que eu não sei se poderei cumprir.
_Tudo bem, desculpe. – a voz de Nathan parecia triste.
_Eu te amo. – falei me levantando e colocando meu baby doll, voltei para a cama e Nath já estava com sua cueca, ele me puxou para deitar sobre seu peito.
_Eu te amo mais. – ele falou e assim caímos em um sono profundo.

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