(N/A: Vou por o pov. da Any
descrevendo como foi o natal dela)
Cap. 23 (pov. Any)
Era de manhã
e May já havia se despedido de mim e partido para a casa dos pais de Jay,
peguei meu celular e por lá mandei mensagens para minha mãe e para minha tia no
facebook avisando que não entraríamos no Skype hoje, desejei feliz natal para
ambas. Me levantei e me dirigi para o quarto de Max, minha cabeça doía. Vi meu
lindo deitado fitando o teto com uma expressão de tristeza, aquilo me deixou
pior, me aproximei da cama e ele me fitou, sorri torto e me sentei ao seu lado,
ele permanecia deitado, o silencio reinava na casa e principalmente no quarto.
Mas eu não podia contar para ninguém, muito menos para ele que estava tão
próximo de May, sobre o que eu e Jay havíamos conversado. Ele quer pedir ela em
namoro formalmente, com jantar, reunir os amigos e tudo mais. Só que eles são
muito desconfiados e aquilo me magoava.
_Eu sei que
você está assim por causa de ontem. – falei quebrando o silencio e suspirei
aliviada.
_Você
acertou. – ele falou ríspido e nem olhou para mim.
_E agora?
Vamos fazer o que sobre isso? – perguntei.
_Nada, vamos
fazer o seguinte, só esqueça aquela festa. Foi uma festa que não desejo me
lembrar. – ele falou se levantou e seguiu para o banheiro, ouvi o chuveiro ser
ligado. Me levantei e parei na porta do banheiro e de lá gritei para que ele me
escutasse.
_Precisamos
resolver isso, não quero esse clima. Não gosto de te ver triste, isso acaba
comigo. - uma lagrima rolou por meu rosto.
_Esqueça
Any! É tão difícil assim? Só esqueça ontem e tudo volta ao normal. – ele me
parecia irritado, e sem delongas eu invadi o banheiro, estava tão possessa que
nem liguei que ele estava nu do outro lado do box. Ele não se espantou, apenas
continuou com seu banho, me sentei no chão de costas para o box.
_Não consigo
me esquecer. – gritei e comecei a chorar. _Eu estava errada, não devia ter te
deixado para atender ao que Jay queria, devia ter cuidado de você, não devia
ter bebido tanto, me desculpe. É única coisa que consigo te falar agora. – meu
rosto estava banhado pelas lagrimas e eu soluçava, doía saber que Max estava
triste por mim.
_Vai ficar
tudo bem, você errou. Quem não erra nessa vida? – ele desligou o chuveiro e se
sentou ao meu lado, com a toalha enrolada em sua cintura, sequei minhas
lagrimas e o encarei, sorri torto e ele me abraçou de lado, levantamos do chão
e seguimos para o quarto.
_Obrigada
por me entender. – falei e ele selou nossos lábios, me desequilibrei e cai na
cama com ele em cima de mim, ele foi se levantar e eu impedi, ele sorriu
malicioso entendendo minhas intenções.
+18 Max retirou a camiseta que Nathan
havia me emprestado e eu fiquei apenas de calcinha, ele me fitou e me deu um
tapa na coxa (N/A: Safado!), mordi meu lábio inferior e começamos a nos beijar
ferozmente, eu mordia a boca dele e ele apertava cada vez mais seu membro em
minha intimidade que estava somente coberta por minha calcinha fina, Max parou
de me beijar e atacou meu seios, beijando, mordendo e chupando cada um, eu
arranhava suas costas cada vez mais forte e gemidos escapavam de meus lábios,
sem delongas Max retirou minha calcinha e voltou a me beijar, senti sua mão deslizar
até minha intimidade e quando dois de seus dedos me invadiram eu gemi seu nome
alto, ele sorriu e mordeu o lóbulo de minha orelha, aquilo estava me torturando
de tal maneira, quando minha intimidade começou a pulsar em seus dedos ele os
retirou, se esticou sobre mim e pegou uma camisinha em sua cabeceira da cama,
tirou sua toalha e se preveniu, Max se posicionou em meio as minhas pernas e me
penetrou forte e rápido, ele assim como eu já não aguentava mais tanta demora,
apoiando seus braços na cabeceira da cama ele não parava com os movimentos e eu
gemia alto e arranhava sua barriga sarada, depois de muitas estocas Max e eu
chegamos ao ápice juntos, ele se jogou ao me lado da cama e me olhou com um
sorriso safado nos lábios.
_Acho que
nós temos que brigar mais. – ele falou e eu dei um tapa em seu braço.
_E eu acho
que devemos nos arrumar logo, você tem que por uma roupa e eu tenho que ir para
o hotel me arrumar. – falei me levantando e segui para o quarto de Nathan onde
coloquei meu vestido e fiquei esperando sentada na cama de Max ele tomar outro
banho e colocar uma roupa http://www2.pictures.zimbio.com/pc/Wanted+Wanted+Films+New+Video+8tF7sCyXXyIl.jpg .
Chegamos ao
hotel me arrumei em uma velocidade incrivelmente rápida https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgV3P3_JUMp81pp5VBpNX5FsHkY4O3HCQP8HhXeLF8nbzVY6GYC2vhlM3R5sl_DmrrOHuD9_EipOTEgUMuOogytAqacfqmnfMUCDtwJnvf-lTvBVkuHOx41OWCNjkv8_Wxd-uHNvl16Yd10/s1600/victoria-justice16284.jpg passamos no Mc Donald’s, pois eu e
Max estávamos morrendo de fome, o caminho era longo, mas nós não parávamos de
brincar, cantar e conversar no caminho. Quando chegamos a casa http://www.interessante.org/wp-content/uploads/2012/11/sacadas-decoradas-para-o-nataldicas.jpg
dos pais de Max meu coração gelou e meu estomago deu voltas, eu estava
muito nervosa. Descemos do carro e Max me garantiu que a família me aceitaria
bem.
Foi
exatamente o que aconteceu, todos da família amaram o fato de eu ser
brasileira, perguntaram muitas coisas sobre May já que boa parte viu as fotos
dela em sites e revistas, as conversas eram descontraídas a comida uma delicia
e Max não me deixava sozinha por um minuto, ele sempre estava segurando minha
mão e me acompanhando para todos os lados da casa. Quando a madrugada chegou
nos despedimos e fomos direto para Londres, claro que a mãe de Max me fez levar
coisas para comer no meio do caminho, Max ria de como a mãe dele me abraçava
sem parar quando decidimos ir embora. O caminho de volta foi quase a mesma
coisa entre brincadeiras e muitas musica cantada. Esse definitivamente foi o
melhor natal de todos.
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