quinta-feira, 28 de março de 2013

Capitulo 23 - That's How Happy We Are


(N/A: Vou por o pov. da Any descrevendo como foi o natal dela)
Cap. 23 (pov. Any)
Era de manhã e May já havia se despedido de mim e partido para a casa dos pais de Jay, peguei meu celular e por lá mandei mensagens para minha mãe e para minha tia no facebook avisando que não entraríamos no Skype hoje, desejei feliz natal para ambas. Me levantei e me dirigi para o quarto de Max, minha cabeça doía. Vi meu lindo deitado fitando o teto com uma expressão de tristeza, aquilo me deixou pior, me aproximei da cama e ele me fitou, sorri torto e me sentei ao seu lado, ele permanecia deitado, o silencio reinava na casa e principalmente no quarto. Mas eu não podia contar para ninguém, muito menos para ele que estava tão próximo de May, sobre o que eu e Jay havíamos conversado. Ele quer pedir ela em namoro formalmente, com jantar, reunir os amigos e tudo mais. Só que eles são muito desconfiados e aquilo me magoava.
_Eu sei que você está assim por causa de ontem. – falei quebrando o silencio e suspirei aliviada.
_Você acertou. – ele falou ríspido e nem olhou para mim.
_E agora? Vamos fazer o que sobre isso? – perguntei.
_Nada, vamos fazer o seguinte, só esqueça aquela festa. Foi uma festa que não desejo me lembrar. – ele falou se levantou e seguiu para o banheiro, ouvi o chuveiro ser ligado. Me levantei e parei na porta do banheiro e de lá gritei para que ele me escutasse.
_Precisamos resolver isso, não quero esse clima. Não gosto de te ver triste, isso acaba comigo. - uma lagrima rolou por meu rosto.
_Esqueça Any! É tão difícil assim? Só esqueça ontem e tudo volta ao normal. – ele me parecia irritado, e sem delongas eu invadi o banheiro, estava tão possessa que nem liguei que ele estava nu do outro lado do box. Ele não se espantou, apenas continuou com seu banho, me sentei no chão de costas para o box.
_Não consigo me esquecer. – gritei e comecei a chorar. _Eu estava errada, não devia ter te deixado para atender ao que Jay queria, devia ter cuidado de você, não devia ter bebido tanto, me desculpe. É única coisa que consigo te falar agora. – meu rosto estava banhado pelas lagrimas e eu soluçava, doía saber que Max estava triste por mim.
_Vai ficar tudo bem, você errou. Quem não erra nessa vida? – ele desligou o chuveiro e se sentou ao meu lado, com a toalha enrolada em sua cintura, sequei minhas lagrimas e o encarei, sorri torto e ele me abraçou de lado, levantamos do chão e seguimos para o quarto.
_Obrigada por me entender. – falei e ele selou nossos lábios, me desequilibrei e cai na cama com ele em cima de mim, ele foi se levantar e eu impedi, ele sorriu malicioso entendendo minhas intenções.
+18 Max retirou a camiseta que Nathan havia me emprestado e eu fiquei apenas de calcinha, ele me fitou e me deu um tapa na coxa (N/A: Safado!), mordi meu lábio inferior e começamos a nos beijar ferozmente, eu mordia a boca dele e ele apertava cada vez mais seu membro em minha intimidade que estava somente coberta por minha calcinha fina, Max parou de me beijar e atacou meu seios, beijando, mordendo e chupando cada um, eu arranhava suas costas cada vez mais forte e gemidos escapavam de meus lábios, sem delongas Max retirou minha calcinha e voltou a me beijar, senti sua mão deslizar até minha intimidade e quando dois de seus dedos me invadiram eu gemi seu nome alto, ele sorriu e mordeu o lóbulo de minha orelha, aquilo estava me torturando de tal maneira, quando minha intimidade começou a pulsar em seus dedos ele os retirou, se esticou sobre mim e pegou uma camisinha em sua cabeceira da cama, tirou sua toalha e se preveniu, Max se posicionou em meio as minhas pernas e me penetrou forte e rápido, ele assim como eu já não aguentava mais tanta demora, apoiando seus braços na cabeceira da cama ele não parava com os movimentos e eu gemia alto e arranhava sua barriga sarada, depois de muitas estocas Max e eu chegamos ao ápice juntos, ele se jogou ao me lado da cama e me olhou com um sorriso safado nos lábios.
_Acho que nós temos que brigar mais. – ele falou e eu dei um tapa em seu braço.
_E eu acho que devemos nos arrumar logo, você tem que por uma roupa e eu tenho que ir para o hotel me arrumar. – falei me levantando e segui para o quarto de Nathan onde coloquei meu vestido e fiquei esperando sentada na cama de Max ele tomar outro banho e colocar uma roupa http://www2.pictures.zimbio.com/pc/Wanted+Wanted+Films+New+Video+8tF7sCyXXyIl.jpg .
Chegamos ao hotel me arrumei em uma velocidade incrivelmente rápida https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgV3P3_JUMp81pp5VBpNX5FsHkY4O3HCQP8HhXeLF8nbzVY6GYC2vhlM3R5sl_DmrrOHuD9_EipOTEgUMuOogytAqacfqmnfMUCDtwJnvf-lTvBVkuHOx41OWCNjkv8_Wxd-uHNvl16Yd10/s1600/victoria-justice16284.jpg passamos no Mc Donald’s, pois eu e Max estávamos morrendo de fome, o caminho era longo, mas nós não parávamos de brincar, cantar e conversar no caminho. Quando chegamos a casa http://www.interessante.org/wp-content/uploads/2012/11/sacadas-decoradas-para-o-nataldicas.jpg  dos pais de Max meu coração gelou e meu estomago deu voltas, eu estava muito nervosa. Descemos do carro e Max me garantiu que a família me aceitaria bem.
Foi exatamente o que aconteceu, todos da família amaram o fato de eu ser brasileira, perguntaram muitas coisas sobre May já que boa parte viu as fotos dela em sites e revistas, as conversas eram descontraídas a comida uma delicia e Max não me deixava sozinha por um minuto, ele sempre estava segurando minha mão e me acompanhando para todos os lados da casa. Quando a madrugada chegou nos despedimos e fomos direto para Londres, claro que a mãe de Max me fez levar coisas para comer no meio do caminho, Max ria de como a mãe dele me abraçava sem parar quando decidimos ir embora. O caminho de volta foi quase a mesma coisa entre brincadeiras e muitas musica cantada. Esse definitivamente foi o melhor natal de todos.

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