quinta-feira, 28 de março de 2013

Capitulo 24 - Between Fans And Distrust


Cap. 24 (pov. May)
Eu e Any ficamos no quarto, pois estávamos muito cansadas da viajem de longa distancia e pouco tempo, e decidimos que não queríamos ver a cara de paparazzi, pegamos dois filmes, estouramos pipocas e colocamos roupas confortáveis. Any: http://www.brandstorm.com.br/files/2012/01/roupa-feminina-blusas.jpg May: http://7em1.files.wordpress.com/2012/05/nerd-pride-blusa-xadrez.jpg?w=640 .
Sentamos no mesmo sofá e nos cobrimos com um edredom, Any colocou o filme para rodar e assim ficamos vendo, em silencio, terminamos um e já partimos para o outro, quando o filme chegou ao final minha barriga roncou e percebi que já era de noite. Olhei para Any e parecia que uma tinha ouvido o pensamento da outra.
_Jantar! – falamos juntas e rimos, fomos para o restaurante do hotel e comemos por lá mesmo, percebi que uma mesa cheia de adolescentes ficava encarando nossa mesa e rindo em seguida.
_Estou com a boca suja? – perguntei me arrumando.
_Não, você está certinha. E eu? Tenho alguma coisa nos dentes? – fiz que não com a cabeça. _E por que diabos aquelas meninas não param de rir da gente? – Any perguntou brava.
_Eu não sei, mas vou perguntar. – quando fui me levantar, uma das meninas veio em direção à mesa em que eu e Any estávamos.
_Com licença. – a menina https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG0XdWG4zWZ1YMkGPyLgeAA7yy5pwP0a_KDwbWYG7hyphenhyphen4qIcSJP44hEHT1U68U5oAxk11KAkA6JAqX7GmcWhZagJVB5frMk7elqB28Ik_y53hiQWWQW1H6Q08qVDCLh2gGL1u28wVSOxVXq/s1600/photos-photos-e-mais-photos.jpg falou toda tímida, sorri para ela. _Minhas amigas queriam... Bem eu também queria... Assim, vocês estavam comendo e não tive coragem de atrapalhar. E a gente queria muito... – ela ficou vermelha e travou na hora de falar.
_Primeiro quero saber seu nome. - me levantei.
_Kimberly. – ela falou toda fofa, fui até ela e a abracei.
_Agora Kimberly, respira e me fale o que você quer. – ainda abraçada com ela, senti ela tomar folego, ela levantou o olhar para mim e começou a chorar, abracei ainda mais forte ela. _Não precisa chorar querida, o que você quer, pode falar.
_Isso... Ah! E também minhas amigas querem fotos e abraços de vocês, era por isso que não parávamos de olhar para vocês. – soltei do abraço de Kimberly e ela correu abraçar Any, fiz sinal para que as meninas viessem e elas correram rindo e se esbarrando.
_Você é tão legal. – uma delas https://lh5.googleusercontent.com/-EoQG1kAfH20/UBhrLkiyMhI/AAAAAAAAEYU/eUvL0UX5xVQ/s700/tumblr_m7hg2gfOJi1qlq8bco1_500_large.jpg  falou e me deu um abraço apertado. _Sou a Anne, e já te amo muito. – ela começou a gritar e eu fiz sinal de silencio, como Kimberly ela correu para Any.
_Então, vamos fazer o seguinte, quero que se apresentem falando seus nomes e me dando um abraço cada um muito apertado e acolhedor. Eu e Any já conhecemos a Kimberly e a Anne.
_Sou a Samy. - http://sphotos-a.xx.fbcdn.net/hphotos-ash4/c0.35.403.403/p403x403/392698_447897431955575_292272622_n.jpg veio e me abraçou e eu lhe dei um beijo estalado na bochecha, ela saiu correndo e agarrou Any, que ria de toda a situação.
_E eu sou Katarine. - http://sphotos-a.xx.fbcdn.net/hphotos-ash4/c98.0.403.403/p403x403/426135_112827838899513_449220485_n.jpg ela veio meio tímida, mas logo me deu um abraço bem apertado e foi fazer o mesmo com Any.
_Bom meninas, eu sei que vocês gostam da gente porque estamos com os meninos do The Wanted. – falei chamando a atenção de todas. _Mas vamos fazer o seguinte, hoje foi um dia cansativo para mim e para Any. Nós queríamos passar a noite vendo filmes com vocês, mas não vai dar, então peguem seus celulares, câmeras e outras coisas mais e vamos encerrar por hoje, eu quero muito dormir. – fiz cara de sono e Any fez o mesmo, estávamos realmente cansadas e não aguentaria muito tempo no saguão.
_Verdade meninas, vocês são ótimas, lindas e muito educadas, mas já é hora de eu e de May dormimos, vem vamos dar mais uns abraços, tirar algumas fotos e depois, vamos dormir. – Any falou toda amável e fofa, sorri para ela.
E assim começamos a tirar dezenas de fotos, sorrindo, fazendo caretas e nos abraçando, as meninas falaram que estavam no hotel fazia duas semanas e quando viram os meninos do The Wanted piraram e começaram e ver quem nós éramos e como agíamos com as pessoas, a timidez delas sumiu rapidamente e elas nos acompanharam até o elevador, de lá eu e Any seguimos sozinhas e riamos da situação inusitada e diferente, eu já havia passado por isso, mas era só uma menina e ela era bem mais tímida. Chegamos ao nosso quarto e deitamos em nossas camas. May: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq0JyAs07uaJOJm-vQ0bzLa1j-sQNqgCh5T4myxPhLf1o92fzhzYO5OuYh2y9BIumE6s3ttoBDhmPDLWzAtPRPfpoCbgYJFuM-pkGpmQNX3O_je1KK9q0IC2hrNTlvJ1puq1PhErnw9Ew/s1600/6390016210_1_Z.JPG Any: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoBE4kHScZ6TqdT_zMkwpH4gOFztr-NaiYv5PeVNb9ZbWWOPP8eiRKYNqBXt8ORsXPtOE_nPF1Cd_SllLqN5IcBiY3lwcyYgbK9XJ2Qjf-XtT4KS1yXmd8-yDCZRDMkNAdbXXjzfeA4W8j/s1600/vscami_large.jpg
_Maria... – Any me chamou baixinho.
_Diga. – falei e me virei para ver ela.
_Como você e o Jay estão? – ela me pergunta, estranhei.
_Bem. Por quê? Ele te falou alguma coisa? – joguei as perguntas nela.
_Nada, ele não me disse nada, só queria saber. – sorri torto e deixei a conversa morrer ali.
_Estranho hoje, né! – falei e ela riu, ri junto com ela.
_Estranho? É pouco, mas foi muito legal, gostei de ficar com as meninas, pra variar. – ri com seu comentário. Só ela mesma para gostar de ficar com estranhas, tirando fotos e abraçando.
_Acho melhor a gente dormir Any, estou cansada demais. – resmunguei e me ajeitei na cama.
_Verdade, boa noite May. – ela disse.
_Boa noite. – ouvi ela se ajeitar, não dormi rápido, fiquei pensando sobre sua pergunta, não queria ficar desconfiada, mas fiquei.

Capitulo 23 - That's How Happy We Are


(N/A: Vou por o pov. da Any descrevendo como foi o natal dela)
Cap. 23 (pov. Any)
Era de manhã e May já havia se despedido de mim e partido para a casa dos pais de Jay, peguei meu celular e por lá mandei mensagens para minha mãe e para minha tia no facebook avisando que não entraríamos no Skype hoje, desejei feliz natal para ambas. Me levantei e me dirigi para o quarto de Max, minha cabeça doía. Vi meu lindo deitado fitando o teto com uma expressão de tristeza, aquilo me deixou pior, me aproximei da cama e ele me fitou, sorri torto e me sentei ao seu lado, ele permanecia deitado, o silencio reinava na casa e principalmente no quarto. Mas eu não podia contar para ninguém, muito menos para ele que estava tão próximo de May, sobre o que eu e Jay havíamos conversado. Ele quer pedir ela em namoro formalmente, com jantar, reunir os amigos e tudo mais. Só que eles são muito desconfiados e aquilo me magoava.
_Eu sei que você está assim por causa de ontem. – falei quebrando o silencio e suspirei aliviada.
_Você acertou. – ele falou ríspido e nem olhou para mim.
_E agora? Vamos fazer o que sobre isso? – perguntei.
_Nada, vamos fazer o seguinte, só esqueça aquela festa. Foi uma festa que não desejo me lembrar. – ele falou se levantou e seguiu para o banheiro, ouvi o chuveiro ser ligado. Me levantei e parei na porta do banheiro e de lá gritei para que ele me escutasse.
_Precisamos resolver isso, não quero esse clima. Não gosto de te ver triste, isso acaba comigo. - uma lagrima rolou por meu rosto.
_Esqueça Any! É tão difícil assim? Só esqueça ontem e tudo volta ao normal. – ele me parecia irritado, e sem delongas eu invadi o banheiro, estava tão possessa que nem liguei que ele estava nu do outro lado do box. Ele não se espantou, apenas continuou com seu banho, me sentei no chão de costas para o box.
_Não consigo me esquecer. – gritei e comecei a chorar. _Eu estava errada, não devia ter te deixado para atender ao que Jay queria, devia ter cuidado de você, não devia ter bebido tanto, me desculpe. É única coisa que consigo te falar agora. – meu rosto estava banhado pelas lagrimas e eu soluçava, doía saber que Max estava triste por mim.
_Vai ficar tudo bem, você errou. Quem não erra nessa vida? – ele desligou o chuveiro e se sentou ao meu lado, com a toalha enrolada em sua cintura, sequei minhas lagrimas e o encarei, sorri torto e ele me abraçou de lado, levantamos do chão e seguimos para o quarto.
_Obrigada por me entender. – falei e ele selou nossos lábios, me desequilibrei e cai na cama com ele em cima de mim, ele foi se levantar e eu impedi, ele sorriu malicioso entendendo minhas intenções.
+18 Max retirou a camiseta que Nathan havia me emprestado e eu fiquei apenas de calcinha, ele me fitou e me deu um tapa na coxa (N/A: Safado!), mordi meu lábio inferior e começamos a nos beijar ferozmente, eu mordia a boca dele e ele apertava cada vez mais seu membro em minha intimidade que estava somente coberta por minha calcinha fina, Max parou de me beijar e atacou meu seios, beijando, mordendo e chupando cada um, eu arranhava suas costas cada vez mais forte e gemidos escapavam de meus lábios, sem delongas Max retirou minha calcinha e voltou a me beijar, senti sua mão deslizar até minha intimidade e quando dois de seus dedos me invadiram eu gemi seu nome alto, ele sorriu e mordeu o lóbulo de minha orelha, aquilo estava me torturando de tal maneira, quando minha intimidade começou a pulsar em seus dedos ele os retirou, se esticou sobre mim e pegou uma camisinha em sua cabeceira da cama, tirou sua toalha e se preveniu, Max se posicionou em meio as minhas pernas e me penetrou forte e rápido, ele assim como eu já não aguentava mais tanta demora, apoiando seus braços na cabeceira da cama ele não parava com os movimentos e eu gemia alto e arranhava sua barriga sarada, depois de muitas estocas Max e eu chegamos ao ápice juntos, ele se jogou ao me lado da cama e me olhou com um sorriso safado nos lábios.
_Acho que nós temos que brigar mais. – ele falou e eu dei um tapa em seu braço.
_E eu acho que devemos nos arrumar logo, você tem que por uma roupa e eu tenho que ir para o hotel me arrumar. – falei me levantando e segui para o quarto de Nathan onde coloquei meu vestido e fiquei esperando sentada na cama de Max ele tomar outro banho e colocar uma roupa http://www2.pictures.zimbio.com/pc/Wanted+Wanted+Films+New+Video+8tF7sCyXXyIl.jpg .
Chegamos ao hotel me arrumei em uma velocidade incrivelmente rápida https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgV3P3_JUMp81pp5VBpNX5FsHkY4O3HCQP8HhXeLF8nbzVY6GYC2vhlM3R5sl_DmrrOHuD9_EipOTEgUMuOogytAqacfqmnfMUCDtwJnvf-lTvBVkuHOx41OWCNjkv8_Wxd-uHNvl16Yd10/s1600/victoria-justice16284.jpg passamos no Mc Donald’s, pois eu e Max estávamos morrendo de fome, o caminho era longo, mas nós não parávamos de brincar, cantar e conversar no caminho. Quando chegamos a casa http://www.interessante.org/wp-content/uploads/2012/11/sacadas-decoradas-para-o-nataldicas.jpg  dos pais de Max meu coração gelou e meu estomago deu voltas, eu estava muito nervosa. Descemos do carro e Max me garantiu que a família me aceitaria bem.
Foi exatamente o que aconteceu, todos da família amaram o fato de eu ser brasileira, perguntaram muitas coisas sobre May já que boa parte viu as fotos dela em sites e revistas, as conversas eram descontraídas a comida uma delicia e Max não me deixava sozinha por um minuto, ele sempre estava segurando minha mão e me acompanhando para todos os lados da casa. Quando a madrugada chegou nos despedimos e fomos direto para Londres, claro que a mãe de Max me fez levar coisas para comer no meio do caminho, Max ria de como a mãe dele me abraçava sem parar quando decidimos ir embora. O caminho de volta foi quase a mesma coisa entre brincadeiras e muitas musica cantada. Esse definitivamente foi o melhor natal de todos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Capitulo 22 - He Is My Weakness


Cap. 22 (pov. May)
Chegamos a Londres era por volta das 4:30 da madrugada, Jay queria ficar comigo no hotel, já que Any iria voltar com Max só pela manhã. Deixei como boa namorada que sou, subimos para meu quarto, aproveitei que ele estava se deitando já (N/A: Detalhe: só de cueca box!) e fui tomar um banho pra relaxar, sai do banho já com minha roupa de dormir http://www.ideiasmodernas.com/wp-content/uploads/2011/04/pijama-feminino-sensual.jpg Jay me fitava atento, deitei ao seu lado de frente para ele e comecei a acariciar seu rosto.
_Como pode, nós brigamos tanto e no final do dia estamos assim juntos, trocando caricias. – ele falou e suspirou.
_Eu não sei, mas que eu gosto eu gosto. – ri pelo nariz.
_Você fica mais linda assim, de pijama, com os cabelos bagunçados. – Jay disse e me deu um beijo calmo.
_E você fica lindo mentindo. – ri com a minha resposta e ele fez o mesmo.
Puxei Jay para um beijo mais quente e envolvente, ele subiu em cima de mim e apertou minha coxa, soltei um gemido baixo em resposta, ele já estava bastante animado pelo que eu senti em meio as minhas pernas.
_Se não formos continuar acho melhor parar, porque não é justo você me deixar com vontade e depois ir dormir. – ele fez beicinho depois que falou.
_Se você parar eu juro que te jogo da sacada. – falei rindo e ele voltou a me beijar.
+18 Jay me ajudou a retirar minha camiseta e meu short, ele me fitou somente de calcinha e mordeu o lábio inferior, puxei ele e começamos a nos beijar com mais voracidade, mordi seu lábio e ele suspirou pesado quando minhas mão invadiram sua box e começaram a massagear seu membro pulsante, retirei minhas mãos quando vi que Jay já nem me beijara mais de tanta excitação que estava sentindo, ele trilhou beijos de meus lábios, para meu pescoço, seios, barriga e quando ele chegou a barra de minha calcinha eu já esperava para o que viria, ele a desceu devagar e a jogou em qualquer lugar do quarto, ele me olhou e eu assenti, sem delongas Jay beijou minha intimidade com vontade e eu gemi alto, acho que os vizinhos ouviram, mas eu não conseguia pensar direito, os beijos em minha intimidade se intensificaram e eu tive meu primeiro orgasmo, Jay voltou a trilha de beijos até minha boca, esperamos até que eu me recuperei, os beijos só eram cessados por falta de ar, girei Jay na cama e fiquei por cima dele, e fiz o mesmo com ele, fui trilhando beijos até a barra de sua cueca, vi seu membro quase saltar de lá e sorri divertida, tirei sua box devagar e olhando em seus olho, beijei suas coxas e segurei seu membro, olhei para Jay e comecei a beijar seu membro e o abocanhar ele soltou um urro de aprovação, fiquei fazendo movimentos de vai e vem com a boca e quando senti que Jay chegaria no seu ápice parei. Ele resmungou reprovando minha atitude, mas logo ficou feliz quando sentei em cima de seu membro pulsante e comecei a rebolar rápido e forte, ele me ajudava segurando minha cintura, trocamos de posição e Jay se apoiou na cama com os cotovelos, os movimentos eram rápidos e fortes, gemi seu nome sem parar, não demorou muito tempo e tive meu segundo orgasmo e Jay não aguentando as contrações em seu membro chegou ao seu ápice, senti seu liquido escorrer pela minha intimidade. Fim +18 Estava ofegante e Jay sorria para mim.
_Isso sim foi uma reconciliação. – ri da sua cara de pau.
_Você é um idiota Mcguiness. – me levantei e vesti minhas roupas, ele fez o mesmo com sua cueca e nos deitamos na cama novamente.
_Está amanhecendo. – ele falou.
_Mentira. – ele apontou para a janela e o Sol já estava nascendo. _Mas eu vou dormir do mesmo jeito, estou cansada. – ri pelo nariz pelo meu comentário e me xinguei mentalmente.
_Eu sei que sou bom de cama. – gargalhei de sua “humildade” excessiva.
_O melhor. – gargalhei mais ainda e ele me olhou feio, se fingindo de ofendido. _O melhor e o que eu amo.
_Sabe o quanto é bom te ouvir falando isso. – eu neguei. _É muito bom e me da mais vontade de falar. Eu te amo. – ele me puxou para o seu peito e assim caímos no sono, eu estava com sorriso no rosto e posso jurar que ele tinha o mesmo sorriso.
Acordei com conversas na saleta e fui ver quem era me deparei com Any e Max brincando de pega-pega (N/A: Infantilidade) e me juntei a eles (N/A: Não falei) eu corria envolta da mesa fugindo de Any enquanto Max fugia para a cozinha, Any estava quase me pegando então corri para o sofá, mas fiz uma proeza, corri e fui pular a poltrona (N/A: Pra que?), meu pé prendeu no braço da poltrona, cai de cara no chão toda torta e só ouvia a risada descontrolada de Any e também pude ver Max me ajudando a me levantar, ele ria também, mas pelo menos me ajudou, olhei com cara feia para Any que parou de rir.
_Eu nunca consigo filmar as coisas legais. – a vagaba teve a pachorra de me falar isso.
_E eu nunca tenho um pandeiro pra sambar na sua cara. – mostrei a língua e ela riu mais. _Vou tomar banho, quero estar linda quando meu amor acordar.
_Seu o que? – Any e Max surgiram do além com aquelas caras de idiotas de sempre.
_Meu amor. O que tem de errado? – perguntei me levantando e seguindo para o banheiro.
_Nada, mas não é todo dia que Maria Carolina fala “meu amor” para outras pessoas, sem ser eu, sua mãe e seu irmão. – ela falou e eu preferi nem responder. _Vamos comer fora? – ela gritou do lado de fora do banheiro.
_Vamos! Sem twitter Max. – ouvi Any gargalhar e Max me xingar.
Tomei meu banho e mesmo com sol o frio de Londres estava insuportável, então coloquei uma roupa quentinha http://www.roupas.com/files/2012/05/casacos-femininos-couro-preto.jpeg para a casa com Max tomar banho também, esperei Any tomar banho e se arrumar https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8MjqENXnV-OyhxuD8hMsi97Lan5KgEQ0SSumlb9CiKYZcakD3rX8D6QEvqmaQuEJK90Mmc3aP-pxCnjkx3auOrS79BqQUx65ATWr1986bG9-vjkn_EXhUZR5dasD1SbPnp2FHjPHx0R_z/s320/799138_Bild_2.jpg e fomos para o saguão do hotel esperar os meninos.
_May. – Any me chamou e eu fixei meu olhar nela.
_Diga. – falei divertida, mas vi que ela parecia chateada.
_Tive minha primeira briga com Max, e o pior é que ele estava certo, eu não devia ter largado ele e ter ido andar com Jay, ele passou mal e eu nem fui ajudar ele, porque eu também estava ruim. – ela abaixou a cabeça.
_Mas isso passa, eu vi vocês brincando, já está tudo certo não é?! – ela assentiu. _Então pare de remoer as coisas. – ela suspirou e me parecia que ela havia relaxado. _Então... Como foi a reconciliação? – sorri maliciosa e ela corou.
_Eu não vou falar de como eu e Max fazemos sexo no meio do saguão. – ela cochichou e eu ri.
_Então quer dizer que vocês fizeram. E bem na casa da mãe dele, que sem vergonhas. – coloquei a mão na boca me fingindo de abismada e ela me deu um tapa no braço.
_Foi engraçado. – ela começou a gargalhar alto e todos olharam pra gente. _A cama ficava fazendo barulho e tipo. – mais uma gargalhada escandalosa. _Eu não conseguia parar de gemer. – foi minha vez de gargalhar. _E então... Deixa pra lá, os meninos chegaram.
_Mas depois você vai me contar tudo. – ela assentiu se levantou e correu beijar Max  http://assets7.gcstatic.com/u/apps/asset_manager/uploaded/2012/24/max-george-1339407653-custom-0.jpg e eu corri beijar Jay http://www1.pictures.zimbio.com/bg/Jay+McGuiness+Mahiki+nightclub+G-yzeu_MzXDl.jpg ele me soltou e me entregou uma revista que tinha uma foto minha na capa, fiquei incrédula quando vi que a foto era de quando eu comprei a pizza para os paparazzi e a legenda estava o seguinte “May, a famosa namorada de Jay Mcguiness não é generosa somente com ele” sai rindo do hotel e entramos no carro de Jay.
Seguimos até um restaurante http://media-cdn.tripadvisor.com/media/photo-s/02/8f/fc/29/filename-img-7665-jpg.jpg  e comemos ao ar livre, o clima era descontraído e riamos toda a hora, Jay não soltava minha mão e Any não parava de jogar uvas na boca de Max, ele consegue pegar até da maior distancia. Depois do almoço delicioso eles nos deixaram no hotel, pois mesmo de férias eles têm que produzir alguma musica.

Capitulo 21 - Finally The "I Love You"


Cap. 21 (pov. May)
Acordei pela dor súbita na coluna e me dirigi para o banheiro, onde fiz minha higiene e coloquei uma roupa de Jay, meu vestido estava me apertando e não me parecia mais confortável. Olhei as horas, marcavam 6:00, mais uma vez não consegui dormir, mas a minha cara não estava tão ruim, segui para a cozinha, onde encontrei a empregada da casa limpando tudo e expulsando algumas pessoas que insistiam em dormir no chão. Ela me ofereceu um café e eu aceitei, mesmo sem estar de ressaca bebi duas xicaras cheias de café, eu precisava me manter acordada. Subi novamente para o quarto de Max e percebi que Jay não estava mais na cama e sim no banheiro, ele saiu de lá com a cara mais acabada que já tinha visto percebendo que eu não estava muito feliz com ele, Jay me levou até o jardim onde sentamos no mesmo balanço onde conversei com Max. Ele me olhava triste, estava frio e eu abracei meu corpo em busca de calor, vendo como eu estava ele me abraçou, não me afastei, mas continuei na mesma posição.
_Desculpe. – foi à única coisa que ele falou.
_Desculpar o que? Desculpar você ter sido um total idiota, ter bebido além da conta, brigar com Max, brigar comigo, não entender que seu amigo precisava de ajuda ou me deixar sozinha pra ficar com a minha prima? Eu não tenho que te desculpar. – falei em um tom baixo, frio e sínico.
_Eu sei, eu sinto muito, não devia ter te deixado sozinha, eu errei, mas quando vi você toda carinhosa com Max, me senti um nada, você deveria estar cuidando de mim e não do meu amigo. – Jay já estava exaltado e eu me soltei de seu abraço.
_Temos que ir para a casa da sua mãe, você precisa ir se arrumar, precisa me levar até o hotel e precisamos pegar a estrada. – falei me levantando.
_E vai ser como? Vamos fingir que nada aconteceu? – assenti. _Se você quer assim, vou tomar meu banho rápido e já vamos para o hotel. – ele seguiu para dentro de casa e eu o segui, fui até o quarto de Nathan e Any parecia um anjo dormindo a chamei e ela abriu os olhos devagar e sorriu quando me viu.
_Vou para a casa dos pais do Jay, acorde e chame Max, vocês também precisam pegar a estrada. A festa de ontem nunca aconteceu, entendido? – ela assentiu.
_Estou exausta. – ela falou se sentando na cama. _Sei que você ficou chateada, por isso eu bebi tanto, e Max, como ele está? Eu o vi subindo com uma garrafa de vodka na mão.
_Não precisa ficar remoendo essa festa, só esqueça, finja que nada aconteceu. – Jay bateu na porta. _Agora tenho que ir, só volto de madrugada. Fique bem, ligue pra minha mãe e pra sua no Skype e explique tudo. – lhe dei um beijo na testa e sai do quarto.
Segui com Jay http://www3.pictures.zimbio.com/gi/Jay+McGuiness+T4+On+The+Beach+R36m1b08JgWl.jpg até o carro e o silencio nos acompanhou até o hotel, subimos para meu quarto onde ele esperou eu me arrumar https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1xDyNCghoehaozk4rSS4ecuOgLQ7lmaddUAxC8inKRs0SeBa-9v4rPPoM1wf-4KIcdheXNh-mqkXu55720s_IBt0v0odq4KrFJP9S2hQW6WfB84IImk-SpoPJCChqUpCtBUk6ed5qo9aW/s640/Debby_Ryan.jpg não demorou muito e já estávamos na estrada indo direto para a casa dos pais de Jay, o clima não estava nada bom entre nós, e eu não queria conhecer a família dele, estando brigada com ele.
_Não aguento mais, esse silencio esta me matando. – Jay falou estacionando o carro no acostamento.
_Ligue o radio. – falei ríspida.
_Eu não quero ligar o radio, sendo que eu tenho uma namorada do meu lado dentro do carro, fale comigo, brigue comigo, me xingue, chore, mas faça alguma coisa, esse silencio esta acabando comigo. – ele puxou meu rosto para que eu olhasse pra ele.
_Vamos fazer o seguinte, você escuta essa musica comigo, e depois tire a conclusão que você achar sensata. – disse e coloquei meu cartão de memória no radio.
Círculos, nós estamos indo em círculos.
Tontura é tudo o que nos causa.
Nós sabemos onde nos leva
Nós estivemos lá antes
Mais perto, talvez olhando mais de perto;
Há mais para descobrir.
Achar o que deu errado sem culpar um ao outro.
Acho que nós temos mais tempo,
Quando nós estamos ficando pra trás
Tenho que me decidir...
Ou então nós vamos jogar, jogar, jogar todos os mesmos velhos jogos.
E nós esperamos, esperamos, esperamos que o final mude
E pegamos, pegamos, pegamos isso como garantido que vai ser a mesma coisa
Mas nós estamos fazendo todos os mesmos erros.
Acordar, ambos precisamos acordar.
Talvez se a gente enfrentar isso,
Nós podemos superar isso
Próximos, talvez nós ficaremos mais próximos
Mais fortes do que éramos antes.
Fazer isso algo a mais, yeah
Acho que nós temos mais tempo,
Quando nós estamos ficando pra trás
Temos que nos decidir
Ou então nós vamos jogar, jogar, jogar todos os mesmos velhos jogos.
E nós esperamos, esperamos, esperamos que o final mude
E pegamos, pegamos, pegamos isso como garantido que vai ser a mesma coisa
Mas nós estamos fazendo todos os mesmos erros.
Yeah, yeah, isto que é loucura!
Quando isto está quebrado, você diz que não há nada para consertar.
E você reza, reza, reza que tudo fique bem.
Enquanto você está fazendo todos os mesmos erros.
Não olhe para trás,
Mas se não olharmos para trás...
Nós estamos apenas aprendendo então
Como fazer todos os mesmos erros de novo
Então nós vamos jogar, jogar, jogar todos os mesmos velhos jogos. (mesmos erros)
E nós esperamos, esperamos, esperamos que o final mude (quando nada vai mudar)
E pegamos, pegamos, pegamos isso como garantido que vai ser a mesma coisa (bem nada será o mesmo)
Mas nós estamos fazendo todos os mesmos erros.
Yeah, yeah, isto que é loucura! (louco é)
Quando isto está quebrado, você diz que não há nada para consertar. (não há nada a corrigir)
E você reza, reza, reza para que tudo fique bem (tudo ficará bem)
Porque você está fazendo todos os mesmos erros.
Fomos uma parte do caminho escutando essa mesma musica varias vezes, Jay me olhou triste e suspirou, desligou a musica e sem tirar os olhos da estrada começou a falar.
_Não sei o que te dizer May, eu sei que estamos brigando muito para um casal recente, sei que temos errado, mas eu quero continuar cometendo os mesmos erros, porque assim vou ter você aqui. – suspirei e acariciei seu rosto.
_Também acho que deve ser assim, eu nunca vou te deixar, vou sempre estar aqui. – acariciei seu rosto. E seguimos o caminho trocando caricias e brincando.
Quando paramos em frente à casa de Jay, vi que eles levavam o natal a sério http://cogumelolouco.com/wp-content/uploads/2011/12/Fachadas-Decoradas-para-o-Natal-Fotos3.jpg já estava de noite, ele segurou minha mão e eu suspirei. Seguimos para dentro da casa e eu fui recebida pela mãe dele com um abraço delicioso, digno de mãe.
_Você deve ser a May. Estou tão feliz por você ter vindo. – ela me soltou e abraçou Jay.
_Onde esta o resto da família Mcguiness? – ele perguntou se soltando do abraço da mãe.
_Hoje só somos nós, venha seu pai está na cozinha me ajudando a colocar a mesa. – eu e Jay seguimos de mãos dadas até a cozinha, à mesa estava farta, mas não muito cheia, por serem somente quatro pessoas para jantar.
_May. Você é uma moça encantadora. – senhor Andrew me elogiou e eu fiquei vermelha, todos estávamos sentados e já comíamos.
_Ela também é muito vergonhosa pai. – Jay brincou e eu fiquei mais vermelha ainda.
_Vocês dois podem parar, vamos comer sem deixar a menina com mais vergonha. – Maureen deu uma bronca divertida nos dois.
Jantamos em meio a conversas divertidas, quando terminamos me ofereci para lavar a louça e arrastei Jay comigo, ele resmungou um pouco, mas cedeu, a mãe e o pai dele foram para a sala.
_Não acredito que você esta me fazendo secar e guarda louças no natal, no natal May. – ele não parava de reclamar.
_Se você não secar e guardar, não vai ganhar recompensa. – falei brincalhona.
_Qual seria essa recompensa? – curioso.
_Um beijo. – falei rápido e baixo.
_Mas só um? Eu quero vários. – ele fez cara de pidão.
_Tudo bem, mas só se você secar e guardar tudo. – eu ri.
_Sabia que você é muito mandona. – eu assenti. _E eu amo uma mandona. Te amo minha mandona. – ele sorriu me virei para ele e o abracei.
_Te amo. – sussurrei em seu ouvido. Me soltei do abraço e Jay estava com uma cara de bobo. _Pare de fazer essa cara, se não retiro o que eu disse. - sequei minhas mãos e fui em direção à sala acompanhada de Jay, sentamos em um sofá grande que ficava de frente para as duas poltronas onde o pai e a mãe dele estavam.
_Vocês fazem um casal belíssimo. – a mãe dele se pronunciou.
_Obrigada. – respondi tímida.
_Você pode me acompanhar até a varanda May? – a mãe dele falou se levantando.
Quando chegamos à varanda estava bastante frio, ela olhava para o jardim e eu fiquei atrás dela esperando ela falar.
_Nunca vi Jay falar aquelas palavras pra nenhuma garota. – eu fiz um cara de desentendida.
_Quais palavras? – perguntei confusa.
_Eu te amo. Ele jamais disse isso pra nenhuma garota, ou muito menos trouxe alguma para o jantar de natal. Você é especial para ele May. Ele não pode deixar você ir, Jay vai sofrer quando você voltar para o Brasil, eu sei. – ela suspirou, eu entendia sua preocupação.
_Nunca vou deixar seu filho, o tempo no Brasil vai passar tão rápido quanto o daqui, ele vai ficar bem sem mim. – tentei parecer descontraída, ela se virou e encarou meu rosto, me abraçou e sussurrou.
_Você não imagina o quanto ele te ama, imagina? – eu neguei. _Mas você vai ver, e eu sei que pra ele é muito especial. – ela piscou para mim e entrou, eu fiquei na varanda por um tempo refletindo. Entrei um tempo depois, e segui para a sala, parei na porta quando escutei uma conversa.
_Ela ainda esta na varanda mamãe? – era a voz de Jay.
_Deve estar pensando, na nossa conversa. – dona Maureen se pronunciou.
_Já espantou a menina? Você não presta. – Andrew falou divertido e Jay gargalhou.
_Não a espantei coisa nenhuma. May tem que ver que o que Jay sente é verdadeiro. – ela falou em um tom firme.
_Mas ela já sabe o que eu sinto, e eu também sei o que ela sente mãe. – Jay parecia reprovar a atitude da mãe.
_Só que serei eu a lhe escutar quando ela for embora, eu que vou esperar suas lagrimas secarem e a sua dor passar. – ela mantinha o tom autoritário, decidi voltar para a varanda, não queria escutar o resto da conversa.
Estava ficando muito tarde quase de madrugada, voltei para dentro e chamei Jay, iria ficar muito tarde se não pegássemos a estrada naquela hora, nos despedimos dos pais de Jay e no caminho de volta Jay veio me fazendo carinho e mexendo em meus cabelos, não dormi para não deixar Jay sozinho.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Capitulo 19 - Day Girls


Cap. 19 (pov. May)
Esperei Any tomar banho e se arrumar http://www.conteudogeral.com/wp-content/gallery/blusas-de-frio-femininas/blusas-de-frio-femininas-07.jpg descemos até o hall do hotel e no surpreendemos com a persistência de alguns paparazzi, havia apenas três deles, mas aquilo já estava ficando chato, saímos em meio aos flashes e pegamos um taxi, chegamos a uma rua cheia de lojas de roupas, Any estava com um sorriso de orelha a orelha, ela ama fazer compras, já eu, quando chego na loja já perco a total vontade de comprar, eu acho chato e uma perda de tempo. Mas fazer o que? Eu precisava de uma roupa para a festa.
_Any eu não aguente mais andar, estou com fome, sede e preciso sentar. – era a milésima vez que eu reclamava, mas não era pra menos, já havia se passado mais de 3 horas de buscas intermináveis pelos vestidos perfeitos, e minha boa vontade já havia ido embora. E pra melhorar já tinham cinco paparazzi na nossa cola... OH DIA!
_Ai May, da pra parar de reclamar um pouco, desde a primeira loja você não para de reclamar um minuto, e eu também estou com fome, sede e cansada, cansada mais ainda por esses ai. – ela apontou para os paparazzi. _Eles não desistem. Quanto será que uma foto nossa vale?
_350 dólares é o preço inicial, vocês são novidades, são brasileiras e com todo respeito, lindas. – um paparazzo gorducho respondeu Any na maior cara de pau.
_Agora está claro, o porquê de eles estarem na nossa cola. – ri com a minha ironia.
_Olha May, quero este vestido. – Any apontou para o vestido na vitrine com os olhos brilhando, e assim entramos na loja.
_Eu acho que vou experimentar um desses vestidos. – falei pegando alguns na arara da loja. Any já estava no provador com o vestido da vitrine acompanhado por mais uns dez.
Escolhi dois vestidos que achei bem a minha cara (N/A: Devem ser horríveis pelo jeito) provei o primeiro e não gostei do caimento, já o segundo eu amei. Quando sai do provador com o vestido em mãos vi que Any havia escolhido o da vitrine mesmo.
_Obrigada, adoramos os vestidos e vamos levar os dois. – me pronunciei e vi que a atendente nos olhava meio que surpresa e também encarava os paparazzi de prontidão em sua porta.
_Olha, se vocês me disserem que são a May e a Any eu vou desmaiar. – ela deu um gritinho e começou a dar pulinhos de alegria.
_Não desmaie pelo amor de Deus, mas a verdade. Aqui entre nós, somos nós mesmas. – quando Any terminou de falar a atendente veio em nossa direção e nos encheu de abraços, eu fiquei assustada no começo, mas retribui e Any fez o mesmo.
_Me desculpem pelo meu comportamento. – ela falou se ajeitando. _É que eu não consegui me controlar. Eu realmente amo os meninos do The Wanted, e quando vi essas fotos. – ela me mostrou as fotos de ontem, as minhas fotos, eu vi quanto desesperada eu estava e me espantei. _E vi que você realmente gosta do Jay, nossa meninas, vocês são famosas agora! – ela gritou a ultima frase e Any se assustou arrancando uma risada minha.
_Então... Muito legal te conhecer... – fiz menção para ela se apresentar.
_Muito prazer Cloey, mas a gente precisa ir, adoramos os vestidos. – falei em dirigindo até a porta da loja junto a Any e de lá acenamos para Cloey.
_Até mais ver, voltem sempre. – ele sorriu divertida.
_Garota louca. – gargalhei com o comentário de Any que saiu como um sussurro para que os paparazzi não ouvissem.
_Eu gostei dela, ela foi espontânea. Você viu minha cara nas fotos, nem um photoshop para melhorar minha cara de choro. – foi à vez de Any gargalhar.
_Pior que é verdade, sua cara estava lastimável, mas pensa pelo lado bom... Você vai sair em mais fotos e dessa vez sem cara de choro. – dei um sorriso irônico para ela.
_Lado ótimo esse, vem eu quero comer, e vamos comer pizza no almoço, eu quero. – falei mandona, mas divertida, Any me seguiu até o restaurante e cada uma pediu uma fatia de pizza, a minha de frango e a de Any de calabresa.
Como as mesas do lado de dentro estavam ocupadas, tivemos que nos sentar no lado de fora, e comer na companhia dos paparazzi estava ficando difícil, eles me pareciam com fome também. Claro, porque eles estavam nos seguindo e nem pararam pra comer, me dirigi para dentro do restaurante e deixei Any na mesa com cara de duvida, pedi uma pizza grande de frango, já que eu adoro e fiz eles entregarem para os paparazzi, que se sentaram na mesa ao lado e me agradeceram.
_Não acredito que você pagou uma pizza grande pra eles, que nos atacaram com suas câmeras o dia todo. – Any estava chateada, eu a entendia, mas não conseguiria comer com eles me olhando, foi uma saída estratégica.
Terminamos de comer e saímos, não deu muito tempo e os paparazzi já estavam nos perseguindo. Um deles falou.
_Obrigada mesmo dona May, estava realmente difícil trabalhar com fome. – não me aguentei e gargalhei junto com Any, pela sinceridade excessiva dele.
_Eu sei como é eu estava andando e um buraco em meu estomago estava se formando. – foi à vez de eles gargalharem.
_Foi ótimo andar com vocês, mas temos que ir, tchau rapazes. – Any usou sua educação e seu sarcasmo. Pegamos um taxi e voltamos para o hotel. Quando chegamos ao quarto me joguei no sofá e coloquei as sacolas no chão. Eu estava exausta, estava prestes a dormir quando escuto Any gritar do banheiro.
_Não dorme não, daqui a pouco o Jay já vai vir pegar a gente! – olhei no meu celular e me espantei com a hora. Já eram 7:30, dei um pulo do sofá e resolvi escrever para minha mãe no facebook, já que não daria tempo de falar pelo Skype, fiz o mesmo com a minha tia e dirigi para o quarto, esperar Any sair do banheiro.
_Pensei que a festa não tivesse nada a ver com o natal. – falei rindo por seu gorro de papai Noel sendo acompanhada por Any.
_E não tem mesmo, é que eu apostei com o Tom que viria buscar vocês assim, e nossa... Você esta linda. – ele me deu um beijo e Any fingiu uma tosse.
_Você também esta linda Any. – Jay me abraçou de lado e fomos caminhando até a porta.
_Obrigada Mcguiness. – ela se fingiu de durona, mas depois começou a rir.
O caminho até o carro não foi tão conturbado quando eu pensei que seria, seguimos até a casa deles e o silencio estava me incomodando, liguei o radio e comecei a dançar com a música http://www.youtube.com/watch?v=17ozSeGw-fY e Any me acompanhou do banco de trás, Jay riu o caminho todo, e quando chegamos a festa vi que a casa estava cheia, pela quantidade de carros estacionados, a casa tinha uma iluminação especial e escutei uma musica alta vindo de dentro da casa.
_Jay, os vizinhos não reclamam do barulho? – perguntei saindo do carro e Any fez o mesmo, Jay seguro minha mão.
_Eles vão reclamar de que? Eles estão aqui dentro. – ri com aquela resposta e seguimos para a festa.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Agradecimentos!

Então gente, essa postagem é mesmo pra agradecer quem ta acompanhando minha fic e quem esta comentando, eu não respondo os comentários por distração, então vou ficar mais atenta. Vocês não tem noção de como eu fico feliz quando vejo cometários. Estou tentando me organizar e postar 2 caps na segunda e 2 caps na quarta. Vou me organizar, mas a fic não vai parar.Mas eu só queria dizer obrigada mesmo.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Capitulo 18- Everything Will Be Alright


Cap. 18 (pov. May)
Me levantei com cuidado para não acordar Jay, ele resmungou em protesto por eu me afastar, lhe dei um beijo na testa e o vi sorrir, me dirigi até a sala e encontrei Any e Max sentados no sofá tentando ver TV, mas vi que eles assim como estavam cansados pela correria. Peguei o chá que Any me trouxera e me deliciei com ele, sentei na poltrona, não conseguia dormir, mesmo depois de tudo, eu me sentia esgotada, mas o sono não chegava até mim.
_May, eu e Max vamos dormir, não fique muito tempo aqui, você tem que descansar, lembre-se amanhã é véspera de natal, anime-se. – Any me deu um beijo na testa e se dirigiu até o quarto.
_Espero que vocês tenham se acertado, Jay me parecia bem triste, sei que não foi sua intenção, tente refletir um pouco May, ele realmente te ama. – Max depois que falou comigo se dirigiu até o quarto.
Não sei por quanto tempo permaneci estática naquela poltrona, mas quando decidi me levantar eu já podia ver o amanhecer, eu não havia conseguido dormir nem um minuto aquela noite, eu pensava em Jay e em tudo o que ele vem tentado e eu não retribuí em nada, decidi deixar o medo de lado, mas a minha insegurança me perseguia. Eu sempre fui muito medrosa em assuntos do coração, mas com Jay era diferente ele me fazia querer tentar. Me dirigi até o banheiro, tomei um banho e fiz minha higiene, escolhi uma roupa confortável http://static.airu.com.br/img/product/airu/0034/3959/blusa-de-frio-panda_1360938052244_BIG.jpg, desci até o restaurante e lá mesmo tomei meu café da manhã, pedi para que fizessem uma bandeja enorme para eu levar no meu quarto, e eu mesma levei sem dificuldades, percebi que estava realmente cedo, pois não tinha mais ninguém no restaurante a não ser eu. Quando entrei em meu quarto me deparo com um Jay lindo, com a cara toda amassada só de cueca box, olhei para ele e mordi meu lábio.
_Mal acordei e já estou sendo desejado. – ele se vangloriou se aproximando de mim me deu um beijo rápido. _Estou morto de fome.
_Bobão, não vai se achando muito não. Vou chamar Any e Max. – fui até o quarto e eles já estavam acordados, os chamei para comerem e assim eles fizeram.
_Vocês estão bem? – Max falou com a boca cheia de panquecas, eu ri com aquilo.
_Sim Max, nós estamos ótimos, alias mais do que ótimos, não é meu amor?! – Jay falou com um sorriso enorme e em seguida mordeu um morango.
_Que bom! Vocês tinham que se resolver logo, estou cansada de drama, e além do mais, hoje é véspera de natal. Dia de alegria. – Any gritou na ultima frase e começou a pular feito louca, eu gargalhei com aquilo.
_É verdade, Jay precisamos preparar as coisas da festa, o resto da banda deve estar querendo matar a gente. – Jay assentiu e foi para o quarto colocar suas roupas.
_E a gente? Vai poder ir nessa festa? – Any fez biquinho.
_Mas é claro linda, vocês são V.I.P! – Max gritou e os dois começaram a pular e a dançar (N/A: Retardadisse!). Jay me chamou para o quarto.
_Você quer ir à casa da minha família no natal? – me surpreendi com sua proposta.
_Eu adoraria, mas e a Any? – Jay abriu um sorriso enorme.
_Ela vai passar com Max, acho que ela não teve tempo de lhe contar. – eu assenti, eu estava muito feliz por ele querer que eu conheça sua família.
_Será que sua mãe vai gostar de mim? Que roupa eu vou? Que horas vamos sair daqui? O que eu tenho que levar? – joguei as perguntas em Jay e ele balançou a cabeça negativamente, juntou meu rosto em suas mãos e me olhou nos olhos.
_Acalme-se, eles vão te amar, leve poucas roupas, é somente o natal mesmo, roupa para um dia, nem vamos dormir lá, só seja você. – ele me deu um selinho demorado. _Agora eu tenho que ir, escolha uma roupa sexy para hoje, nossa festa não tem nada a ver com o natal, é pura diversão e malucos pela casa. Passo aqui para pegar você e Any s 9 horas em ponto, me espere no hall.
_Ta bom, eu queria sair hoje um pouco com Any. E se aparecer paparazzi de novo?
_Ignore, assim como fez ontem, eles provavelmente vão seguir vocês de agora em diante, agora eu realmente preciso ir. – Jay me beijou mais uma vez e seguimos para a sala, onde Any e Max também se despediam, quando os dois saíram eu e Any nos olhamos e dissemos ao mesmo tempo.
_COMPRAS!

Capitulo 17- I Just Can Not Love You


Cap. 17 (pov. May)
 Não sabia o que responder a ele, não tenho certeza do que sinto, prometi tentar, mas não prometi sair falando por ai “Eu te amo”, não sei quanto tempo fiquei estática, mas percebi que foi tempo suficiente para Jay buscar um copo de água para mim. Bebi um pouco, comecei a voltar normal, ele se sentou ao meu lado no sofá e pegou minhas mãos e as juntou.
_Esta melhor anjo? – ele me parecia preocupado e desapontado.
_Jay... Sinto muito. – me levantei e sai quarto a fora, não conseguiria falar com ele agora, eu estava com medo.
Desci até o hall do hotel, passando por Any e Max que estavam se beijando, acho que eles nem em viram, passei reto pela porta do hotel e sai para caminhar, o vento que colidiu com a minha pele foi como uma faca, cortante e gélida, Londres estava realmente fria, mas isso não me impediu de andar e chegar à praça perto do hotel, ela estava pouco iluminada, me sentei no mesmo banco que Jay me expulsara da primeira vez e ri com esse pensamento. Meu sorriso desapareceu quando voltei a pensar na frase que Jay havia me dito não que eu não tenha gostado, mas eu não estou preparada para amar ele, senti minhas lagrimas descerem pelo contorno de meu rosto, eu tremia de frio e soluçava, pois o choro foi se intensificando, me sentia cada vez mais gelada, mas eu estava imóvel. Eu não conseguiria voltar ao hotel, não conseguiria olhar para Jay. Meus pensamentos e lagrimas foram interrompidos por... flashes? Quando olhei a minha volta, paparazzi estavam me atacando com suas câmeras e perguntas do tipo “Esta chorando por causa de Jay?, “Ele já te largou?”, “Ele não te ama mais?”, me levantei rapidamente e corri o máximo que consegui, fui seguida por eles haviam cerca de 10 deles por todos meus lados, eu estava ficando sega com tantas luzes na minha cara, consegui ver que estava chegando ao hotel, eu havia corrido tanto que me faltava ar e o frio não ajudava em nada, quando alcancei a porta do hotel os paparazzi foram barrados e eu subi para meu quarto sem falar com ninguém, o gerente me ajudou a subir, eu estava desnorteada e sem rumo, eu chorava de medo, angustia e raiva. Quando o gerente me mostrou a porta do meu quarto ele saiu as pressas, deve ter ido ajudar os seguranças a não deixarem os paparazzi invadirem o hotel. Entrei com receio e encontrei um sala vazia, fechei a porta e fui escorregando de costas na mesma, me sentei no chão, abracei meu próprio corpo e voltei a chorar, eu não conseguia parar. Meu coração doía, e se daquelas perguntas a ultima fosse verdade, e se Jay não me amasse mais.
_Maria? Ai meu Deus, graças a Deus Maria, você esta bem, nós estávamos na sacada e vimos toda a correria, só percebi que era você pelo short, vem aqui. – Any me puxou para um abraço apertado. _Meu Deus. Max! Pegue edredons, May esta congelada, tudo vai ficar bem, eu prometo. – Any estava aflita, mas não me soltou de seu abraço até que Max chegou com os edredons.
_Jay... Onde ele esta? – perguntei em meio a lagrimas.
_Ele esta dormindo. Quando eu e Max voltamos para cá, Jay estava chorando e dormiu depois de tantas lagrimas, May sei que você esta assustada, mas o que houve? – Any agora me ajudava a me sentar no sofá.
_Nós... Ele, me dis... – fui interrompida por um Jay descabelado e com os olhos inchados devido ao choro, meu coração se despedaçou em mil pedaços quando o vi naquele estado, era tudo minha culpa, voltei a chorar quando nossos olhos se prenderam um ao outro.
_Não May, não chore, Max me ajude! – Any estava desesperada, não era para menos, eu parecia um bebe chorão, e Jay continuava estático. _Max! – ela gritou e se levantou. _Fique aqui, vou lá ao restaurante pedir uma xícara de chá, você precisa se esquentar, Jay ajude ela. – Any pediu paciente e ele se sentou ao meu lado me puxando para seu peito nu, ele estremeceu sentindo o quanto eu estava gelada.
_Pode me contar o que houve? – ele falou seco, me senti ainda pior, minhas lagrimas molhavam seu peito.
_Depois que... Você me disse aquilo... – respirei fundo me levantando e o encarando, ele me parecia muito mais triste agora. _Eu, precisava sair, queria andar um pouco e decidi ir aquela praça perto daqui. – mais uma vez tomei folego e sequei minhas lagrimas, ele estava estático escutando cada palavra minha. _Só que depois de um tempo, senti flashes e quando vi tinha muitos paparazzi me cercando, fazendo perguntas e aquilo me assustou de tal maneira que eu comecei a correr, eles não me deixavam andar, eu estava ficando sega com os flashes e então... – comecei a chorar mais uma vez e ele pegou minhas mãos em sinal de conforto. _E então, quando eu consegui entrar no hotel meu coração pesou mais do que quando eu estava lá fora. – Jay me olhou com duvida.
_Por que seu coração pesou May? Você não deveria estar feliz por voltar sem se machucar? – ele me perguntou calmamente respirando fundo, como se segurasse ao máximo seu choro.
_Por você, meu coração pesou por medo de te encarar novamente... Eu queria te dizer que também te amo, eu juro que queria, mas Jay é muito difícil pra mim me entregar assim a você. – minhas lagrimas insistiam em voltar à tona, não conseguia mais segurar tudo aquilo pra mim.
_Mas você me disse que tentaria. – eu assenti. _Não queria que você falasse que também me amava, eu sei que não é a hora pra você, mas eu não queria que você saísse correndo, nesse frio, com essas roupas. – Jay logo começou a chorar. _Sabe o quanto me doeu... Te ver correndo de mim? – ele respirou fundo tentando impedir as lagrima, uma atitude falha. _Quando te vi sair daquele jeito, eu não consegui me mover... Sabe a única coisa que eu consegui fazer? – neguei com a cabeça em prantos também. _Eu fui até o seu quarto me deitei em meio as suas cobertas e chorei sentindo seu cheiro misturado ao meu, pensei que você nunca mais voltaria para mim, me senti um nada por não ter coragem de te impedir, eu só queria... Eu... – Jay chorava tanto que não conseguia terminar sua frase.
_Tudo bem, eu te entendo. – o puxei para um abraço apertado, ele soluçava em meus braços. _Não vou mais embora, eu vou ficar, prometo agora me deixe cuidar de você, my little Jaybird. – ele deu um sorriso fraco e seguimos para meu quarto, onde deitamos em silencio e assim permanecemos, Jay de vez em quando fazia carinho em meu rosto, o vi fechar os olhos e dormir com uma expressão sofrida, me senti a pior pessoa do mundo. Eu deixei o homem que me ama em um estado deplorável, ele mesmo dormindo ainda chorava. Queria tanto não ter feito aquilo com ele. Por que eu fujo? 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Capitulo 16- Trouble


Cap. 16 (pov. May)
Desci até o restaurante e fiquei esperando ser atendida, pedi uma sopa de brócolis que me parecia deliciosa, como estava frio pensei que seria um ótimo pedido e é algo que não é tão pesado para de noite. Estava pronta para subir junto ao garçom que estava levando nosso jantar quando sinto alguém me puxar, faço sinal para que o garçom siga sozinho até meu quarto e me viro para ver quem era a pessoa que me puxara.
_Sim? – perguntei desconfiada, nunca tinha visto ela antes.
_Sei que você não me conhece. – ela me parecia envergonhada. _Mas eu conheço você. É que hoje eu estava no Nando’s hoje, por causa dos meninos do The Wanted e acabei vendo você e a Any. Sem querer me intrometer (N/A: Mas já se intrometendo) eu queria saber o que vocês são dos meninos. – suas bochechas estavam vermelhas de pura vergonha.
_Então... Qual seu nome? – perguntei
_Andrea.
_Então Andrea, eu e o Jay estamos tentando nos conhecer e é assim com Any e Max, eu não consegui te ver no meio de tantas meninas, mas se era só isso, eu tenho que subir, estou morrendo de fome, depois daquela correria no almoço não comi nada. – disse e ela sorriu.
_Tudo bem, é que eu sou muito fã deles e pude ver que eles estão bem felizes com vocês. E eu não quero abusar muito, mas... Você poderia tirar uma foto comigo? – ela parecia um pimentão de tanta vergonha e eu fiquei espantada com seu pedido.
_Por quê? Uma foto comigo? Eu nem sou famosa. – falei e senti minhas bochechas corarem também.
_Você pode até não ser famosa, mas você faz os meninos felizes, e eu quero ter uma foto da menina que mesmo saindo com o namorado divide ele com as fãs. – ela disse rindo e assim eu atendi seu pedido, tiramos umas três fotos e eu subi para o meu quarto.
Quando entrei no quarto me deparei com um Jay encolhido no sofá comendo sua sopa e brigando com Max por ter escolhido o filme “Jogos Mortais” bem na hora do jantar, não vi Any, acho que está no banho, caminhei até a mesa peguei minha sopa e me sentei junto a Jay no mesmo sofá que ele dividia com Max.
_Você demorou. A comida chegou antes de você. – Jay falou e me olhou de lado.
_Eu fui parada por uma menina, ela queria uma foto comigo, eu achei graça, eu nem sou famosa. – disse e gargalhei.
_Agora a May é atacada por fãs também. – Max falou e fizemos um hi-5!
_O que a fã te perguntou? – Jay que já havia terminado a sopa em tempo recorde colocou o prato na mesinha de centro e me abraçou de lado, só ai que pude ver que ele estava sem camisa.
_Só perguntou o que eu e Any estamos fazendo com vocês, e dai eu falei que estamos nos conhecendo e ela aceitou. – lhe dei um beijo na bochecha e ele sorriu.
_Melhor assim, a sopa estava uma delicia, caiu bem nesse frio. O que não caiu bem é esse filme nojento. – Jay reclamou com Max sem me soltar do abraço.
_Qual é Jay! Esse filme é demais, é um clássico dos filmes de tortura, alias vocês merecem ver esse filme enquanto comem. – eu o olhei com duvida, mas eu sabia o que estava por vir.
_Como assim Max? O que fizemos? – falei e não aguentei, comecei a gargalhar.
_O que vocês fizeram? Só ficaram trancados no quarto fazendo “coisas” e fazendo muito barulho, e então eu não conseguia me concentrar na Any, e ela a mesma coisa, vocês fazem muito barulho, arranjem um motel. – quando Max terminou de falar eu até desisti de comer a sopa e a coloquei na mesinha de centro, fiquei vermelha de vergonha e me escondi no edredom que estava comigo e com Jay.
_Olha o que você fez! May esta com vergonha agora. – Jay zombava de mim e Max gargalhava.
_É para ela aprender a gemer mais baixo. – sai de baixo do edredom e dei um tapa no Max.
_Viu Jay até a Any esta de short. – falei me fazendo de ofendida, por seu comentário passado.
_Já entendi May, mas é que eu não consigo entender como vocês conseguem ficar de short nesse frio de Londres. – ele se explicou.
_É fácil, temos dois homens, fortes, lindos e cheirosos pra nos esquentar. – Any falou e pulou no colo de Max de lado, o fazendo a abraçar.
_Assim eu me sinto privilegiado. – foi à vez de Max se pronunciar.
_Vou comer minha sopa, e não tirem do filme, eu amo jogos mortais, é um clássico. – Any disse.
_Não te falei que era um clássico. – Max falou e eu ri me sentei de lado no colo de James e nos enrolamos no edredom, Max se juntou a Any na mesa e a esperou comer, quando voltaram para a sala eu estava quase dormindo no colo de Jay, o filme ainda estava no meio, eu estava realmente cansada e ele também.
_Nossa Jay você cansou a May mesmo. – gargalhei e vi Jay corar com o comentário de Any.
_Eu me recuso a voltar a falar desse assunto. Na próxima a gente vai pra um motel. Estão satisfeitos? – perguntei me fingindo de brava.
_Estou mais do que satisfeito, é horrível escutar vocês fazerem e eu não poder fazer. – Max se fez de coitado.
_Você não fez porque não quis. – Any deu de ombros, gargalhei ainda mais.
_ Maximillian George, negando fogo? – gargalhei tanto que me faltava ar, pude ver que Jay estava na mesma situação que eu, nós não conseguíamos parar de rir.
_Que desgosto Max. – Jay balançava a cabeça negativamente e eu não parava de rir.
_Como vocês queriam que eu fizesse com vocês do outro lado, me senti sem privacidade. – ele falava e eu ria, parecia que eu nunca pararia de rir, Jay ria cada vez mais.
_Isso... Não é desculpa. – falei com dificuldade por não conseguir respirar de tanto rir.
_Ta bom né gente, já chega de zuar o Max, ele esta até tristinho. – quando Any falou isso eu gritei de tanto rir, eu já não estava no colo de Jay estava no chão da sala deitada e rindo descontroladamente. _Pode parar Maria Carolina. – ela falou e me parecia brava, me levantei e voltei para o colo de Jay secando minhas lagrimas, eu tinha rido tanto que cheguei a chorar.
_Não acredito que você riu tanto de mim que chegou a chorar. – Max se fez de novo de coitado e fez um bico.
_Já parei Max, mas que foi engraçado foi, eu me desculpo por mim e por Jay, por nosso comportamento insolente, não ira voltar a acontecer.  – falei e levantei a mão em sinal de promessa. Ele assentiu como se me desculpasse por silencio. Eu tinha comido a sopa, mas me faltava à pipoca para assistir o filme (N/A: GORDA!). Me levantei e me dirigi a cozinha em silencio, Max me seguiu.
_May, era brincadeira ta, não precisa se desculpar. – ele me parecia sincero.
_É que eu achei necessário, não custava nada eu e o Jay esperarmos um pouco. – ele sorriu de lado. Fiz as pipocas rapidamente com a ajuda de Max e colocamos em dois potes as pipocas e quando chego à sala me deparo com a seguinte cena: Any passando hidrante nas costas do Jay olha a filha da putagem acontecendo aqui, assim como eu Max ficou com uma cara de indignado, ele deve ter pensado na mesma coisa que eu.
_Any o que é exatamente isso? – perguntei no meu tom mais calmo, mas saiu como um tom ameaçador. Ela se afastou de Jay.
_A não May, você não vai desconfiar de mim vai? – Any me olhou com cara de espanto. _Nunca eu ia fazer isso com você, e muito menos com você Max. – ela me parecia indignada, mas quem estava assustada era eu.
_Como assim Ana Paula? Eu saio pra fazer pipoca e te vejo esfregando as costas do meu namorado. – pude ver Jay sorrir. _Por que esta rindo Mcguiness? – cruzei os braços. Ele só pode estar-me zuando pra rir em uma hora dessas.
_Estou rindo porque você me chamou de namorado, fiquei feliz. – ele me parecia indiferente, até parecia que eu não peguei a minha prima esfregando as costas dele.
_Chega! Para de me confundir, voltando ao assunto principal da nossa conversa. Que palhaçada é essa? – eu já estava alterada.
_Antes de tudo. Any por quê? – a voz de Max saiu falha, parecia que ele queria chorar.
_Esperem, vocês estão mesmo achando que eu e o Jay temos algo? Só porque vocês me viram passar hidratante nas costas dele? – Any se levantou e cruzou os braços também, ela estava brava, mas eu estava mais.
_Vocês vão negar? Me diz então pra que você estava passando hidrante nas costa do Jay? – eu já estava gritando e bem perto de Any a ponto de sambar na cara dela.
_Calma May, vamos nos acalmar, já não basta essa situação toda. Preciso respirar, vou dar uma volta. – Max saiu pela porta com os olhos cheios de lagrimas e Any foi atrás dele.
_Podemos conversar agora? – Jay me parecia calmo, mas eu estava tão possessa que mal ouvia a voz dele.
_Não. Eu não quero falar. Quero ouvir sua explicação, e espero que seja muito boa. – disse seca me sentando ao seu lado.
_Any estava me ajudando, já que você e Max foram fazer a pipoca. – olhei para ele incrédula. Como assim ajuda?
_Ajudar em que? A me trair? – ele riu nervoso.
_May, se escuta por um minuto. O que acha que eu estou fazendo? Te traindo enquanto você esta do meu lado praticamente, e te trair justo com a sua prima? Ela estava me ajudando, porque minhas costas estão ardendo e eu não conseguia passar hidratante nelas e como você estava ocupada pedi pra Any fazer isso. Entendeu? É somente isso. – ele se aproximou de mim e me deu um selinho demorado. _Não existe mais ninguém, só você. – colando nossas testas Jay soltou um suspiro pesado e falo. _Eu te amo.